domingo, 21 de fevereiro de 2010
memórias póstumas do amor
A cada entardecer seu nome vem a minha cabeça, é como uma droga que faz com que eu não te esqueça! Já tentei dormir antes que o crepúsculo chegue. Tentativa fracassada. Seu nome me persegue. É como faca afiada, que corta meu peito, toda vez que a piada, descreve seu leito. O amor é verdadeiro, durabilidade póstuma, mesmo assim tenho receio, do que a solidão gosta. Fatos abstratos perseguem meus sonhos. Meus pensamentos estampam minha face, mas nada fez com que eu não o amasse. Se a sensação da morte fosse o veneno, fogo e dor? Seria uma vida levada pela razão, e um coração sem amor.
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